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Sem diagnóstico, menino de Paranavaí não consegue mais andar e mobiliza campanha
Segundo a família, a criança enfrenta há meses uma doença ainda sem diagnóstico definido, que compromete seus movimentos e afeta sua qualidade de vida.
Publicado em
25/06/2026 às 13:13
Atualizado em
O que começou com fortes dores de cabeça e episódios de tontura há cerca de dois meses se transformou em um drama para a família do pequeno Erick, de Paranavaí. Internado na ala de pediatria da Santa Casa, o menino segue sem um diagnóstico definido, enquanto familiares buscam uma transferência para um centro especializado que possa identificar a causa de seu estado de saúde.
Segundo a família, os primeiros sintomas surgiram ainda na escola. Erick passou a sentir dores de cabeça frequentes e tonturas, o que gerou preocupação entre professores e familiares. Inicialmente, ele foi levado diversas vezes para atendimento médico, mas os sintomas eram tratados como enxaqueca.

Diante da persistência e agravamento do quadro, a família conseguiu uma consulta com um neurologista em Maringá. No entanto, no dia em que seguia para o atendimento, Erick e seus familiares sofreram um acidente de carro após saírem de uma unidade de pronto atendimento, onde ele havia recebido medicação intravenosa para aliviar as dores.
Após o acidente, o menino voltou a receber atendimento médico e acabou sendo transferido para Maringá. Lá, passou por uma série de exames, incluindo tomografia, raio-X e coleta de líquido da coluna, procedimento realizado para investigar possíveis lesões ou complicações neurológicas. Apesar dos inúmeros exames realizados, nenhum deles apontou a causa dos sintomas.
Depois de cinco dias internado, Erick retornou para Paranavaí, mas sua condição continua preocupante. Atualmente, ele não consegue andar e apenas permanece sentado. As crises de dor de cabeça são intensas e, segundo relatos da família, em alguns momentos o sofrimento é tão grande que ele chega a bater a cabeça na parede devido à dor.
Além das fortes dores, Erick também estaria apresentando episódios de alucinação, aumentando ainda mais a preocupação dos familiares.
Sem um diagnóstico e sem ter passado por avaliação de um neuropediatra, a família tenta conseguir uma transferência para outro hospital, na esperança de obter respostas e um tratamento adequado.
A situação tem sido especialmente difícil para a mãe, que possui quatro filhos, incluindo um bebê de poucos meses. Ela permanece ao lado de Erick no hospital, acompanhando diariamente sua luta. O menino também sente a ausência do pai, que trabalha como pedreiro e tem enfrentado grande abalo emocional diante da situação.
Diante da falta de um diagnóstico e dos custos gerados por exames, consultas e deslocamentos, familiares e amigos organizaram uma vaquinha solidária para ajudar no tratamento de Erick Antoniel Barros da Silva. Segundo a família, a criança enfrenta há meses uma doença ainda sem diagnóstico definido, que compromete seus movimentos e afeta sua qualidade de vida.
As doações podem ser realizadas via Pix pelo número (44) 99862-7989, em nome de Antônio Barros da Silva, pai de Erick.
A família também pede que a campanha seja compartilhada para alcançar mais pessoas e aumentar as chances de conseguir o suporte necessário para a continuidade da investigação médica e do tratamento.

Fonte: Portal da Cidade Paranavaí
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