Aos seis meses de vida João Eduardo de Lima Mendonça, hoje com três anos de idade, foi diagnosticado com leucomalácia periventricular, uma espécie de paralisia cerebral espástica, que enrijece a musculatura e, se não tratada precocemente, causa sequelas e deformações.
A mãe da criança, Andreia Fátima de Lima, que se divide entre Paranavaí e Maringá, por conta da faculdade de fisioterapia, conta que, quando bebê, ele não levantava a cabeça e ficava com o tronco para baixo, o que a deixou preocupada e a fez procurar um médico. Exames de ressonância magnética confirmaram a paralisia cerebral.

De acordo com a mãe, isso aconteceu porque o menino nasceu prematuro, de 31 semanas, e a prematuridade gerou o problema, conhecido como paralisia do prematuro. A doença afeta a parte motora da criança, porém, a cognição dele é perfeita.
"O neurocirurgião confirmou que o grau de espasticidade [condição caracterizada pelo aumento involuntário da contração muscular] dele nos quatro membros [braços e pernas] é alta. Hoje, aos três anos, o João está na hora exata para fazer a cirurgia, porque ainda não deu encurtamento e não causou deformidade, mas, se não fizer a cirurgia, isso vai acontecer", explica a mãe.

A doença age de forma progressiva e vai deformando e encurtando os membros. Atualmente, o pequeno ainda não tem deformidades, mas tem dificuldades em atividades simples, como andar, correr ou sentar. As pernas são muito rígidas e ele não consegue trocar o passo.
"Para voltar a ter qualidade de vida e fazer movimentos que não faz, o João precisa de uma cirurgia chamada rizotomia dorsal seletiva, aliada a outras terapias intensivas e equipe multidisciplinar, após o procedimento. Sem a cirurgia, ele pode piorar e ficar em uma cadeira de rodas. É como se o músculo estivesse contraído o tempo todo, então, como não relaxa, vai causando a deformidade no membro.", ressalta Andreia.
A cirurgia será feita no no estado do Piauí, com um médico que é referência na área, porém, a família não tem o valor necessário para o procedimento e para os tratamentos e acompanhamentos pós cirúrgicos, que chegam a quase R$ 90 mil.
"Depois dessa cirurgia eu já posso ver meu filho andar, correr, essa é a minha intenção com a campanha, porque o João é uma criança esperta, linda, inteligente e tem tudo para ter uma vida saudável", desabafa a mãe.

- Rifa do carro
Para tentar arrecadar o dinheiro o mais rápido possível, a mãe da criança resolveu rifar o próprio carro, um Ford Ka, ano 1998. Cada número custa R$ 20 e podem ser comprados pelo WhatsApp: 44 9 9872-1559 ou pelo Instagram da mãe do João: @andreiasgorlon
- Vakinha
A mãe também criou uma Vakinha online, com o objetivo de arrecadar R$ 90 mil. Clique aqui!
- Doações por PIX
Chave PIX CPF: 144.003.809-04 (João Eduardo de Lima M)
- Depósito ou transferência bancária
Banco do Brasil
Agência: 520-7
Conta Poupança: 22558-4
CPF: 144.003.809-04
- Venda de camiseta
A família também está vendendo a camiseta da campanha Rizo para o João, por R$39. Interessados podem entrar em contato pelo direct do Instagram @andreiasgorlon

Fotos: Coast Fotografias
