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Paranavaí registra 1º caso de reinfecção pelo novo Coronavírus

Paciente é um homem de 31 anos, sem comorbidades. Ele foi positivado pela 1ª vez em junho, se recuperou e, menos de 3 meses depois voltou a ser contaminado

Postado em 14/09/2020 às 11:38

Possibilidade de reinfecção mostra que a transmissão se mantém, e pessoas que já tiveram a doença podem se contaminar de novo. (Foto: Divulgação)

A Secretaria Municipal de Saúde de Paranavaí informou na manhã desta segunda-feira (14) que foi registrado o primeiro caso de reinfecção pelo novo Coronavírus (Sars-CoV-2) em Paranavaí. O paciente é um homem de 31 anos, sem comorbidades. Ele foi positivado pela primeira vez no mês de junho, se recuperou e, menos de três meses depois voltou a ser contaminado. O paciente está em isolamento domiciliar, sendo monitorado pela equipe médica da Secretaria Municipal de Saúde.

Segundo os registros da Vigilância em Saúde, o paciente foi atendido pela primeira vez no dia 23 de junho apresentando coriza, espirros, náusea, dor de cabeça e fraqueza. Foi coletado exame e enviado para o LACEN, com resultado positivo.  

Na última quinta-feira, dia 10 de setembro (80 dias depois), o homem procurou novamente atendimento apresentando dores musculares, dor de cabeça, febre, tosse seca e perda de paladar. Foi realizado um Teste Rápido Antígeno (Swab nasal) com resultado positivo e também coletado exame que foi enviado para o LACEN. O laudo foi liberado neste domingo (13) com resultado positivo confirmado. 

“Desde o primeiro caso de reinfecção confirmado em Hong Kong no mês de agosto, pesquisadores do mundo todo, inclusive do Brasil, estão estudando as implicações para o paciente e a circulação viral do Coronavírus. O fato é que a possibilidade de reinfecção mostra que a transmissão se mantém, e pessoas que já tiveram a doença podem se contaminar de novo. Por isso temos insistindo tanto para que todos continuem com as medidas de prevenção básicas, como o uso de máscaras, o distanciamento social, a higienização constante das mãos e evitar ao máximo as aglomerações”, avalia a diretora da Vigilância em Saúde, Keila Stelato.

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