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Operação Peso Morto: Irmãs são presas por vender emagrecedores ilegais em Paranavaí

Investigadas foram flagradas com medicamentos de origem estrangeira armazenados de forma irregular no Jardim Renascer.

Publicado em 29/07/2026 às 07:48

irmãs são presas por vender emagrecedores ilegais em Paranavaí. (Foto: Reprodução/PCPR)

A Polícia Civil do Paraná (PCPR), por meio da 8ª Subdivisão Policial de Paranavaí, deflagrou nesta terça-feira (28) a Operação Peso Morto e prendeu em flagrante duas irmãs suspeitas de manter um esquema de comércio clandestino de medicamentos de origem estrangeira. A ação foi realizada no Jardim Renascer.

As investigadas, identificadas pelas iniciais N.K.R.T., de 24 anos, e S.A.T.S., de 44 anos, foram presas durante o cumprimento de mandados de busca e apreensão. Conforme a investigação, elas atuavam na venda ilegal de medicamentos, incluindo produtos de uso controlado.

No momento da abordagem, os policiais encontraram uma das suspeitas transportando uma seringa já preenchida com tirzepatida (Mounjaro). O medicamento estava dentro de um saco plástico com apenas algumas pedras de gelo, sem embalagem adequada, identificação, controle de temperatura, rastreabilidade ou qualquer garantia das condições sanitárias exigidas para esse tipo de produto.

Durante as buscas na residência das investigadas, a equipe apreendeu 33 ampolas de TG 15 mg, quatro ampolas de GHK-CU, duas ampolas de Testanat Depot Landerlan, quatro seringas contendo medicamento fracionado, 63 seringas vazias destinadas ao fracionamento, além de materiais de divulgação utilizados para a venda e aparelhos celulares que, segundo a Polícia Civil, eram usados nas negociações.

De acordo com a PCPR, a forma como os medicamentos eram armazenados, fracionados e entregues representa um grave risco à saúde pública, já que compromete a conservação, a esterilidade e a qualidade dos produtos, podendo expor os consumidores à contaminação e ao uso de substâncias sem garantia de procedência ou segurança.

As duas irmãs foram encaminhadas à Delegacia da Polícia Civil de Paranavaí, onde foram autuadas, em tese, pelo crime de contrabando equiparado. Elas permanecem à disposição da Justiça, enquanto as investigações continuam para apurar a extensão do esquema e identificar possíveis compradores e fornecedores dos medicamentos.

Fonte: Portal da Cidade Paranavaí

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