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TOP 03 Mães Mais Incríveis do Cinema

Afinal, elas possuem muitas facetas, inclusive serem badass!

Publicado em 10/05/2026 às 06:35
Atualizado em

TOP 03 Mães Mais Incríveis do Cinema. (Foto: Reprodução Stone Hit)

Por Stone Hit

O cinema percebeu uma coisa importante, que mexer com mãe é arrumar pra cabeça. Foi aí que nasceram personagens lendárias, mulheres que atravessam o inferno, monstros espaciais e máquinas assassinas. Tudo isso, à base de café e muito ódio. Então, sendo assim, aqui vai o nosso TOP 03 oficial das mães mais INCRÍVEIS das telonas.

TOP#3 Ellen Ripley

 Franquia: Alien

Ripley não precisava voltar, ela já tinha sobrevivido ao horror do primeiro filme e qualquer ser humano normal abriria uma loja de qualquer coisa e nunca mais pisaria perto de uma nave espacial. Mas não! Ela volta. E ainda no meio do caos encontra Newt, uma criança traumatizada cercada por aliens assassinos. A partir dali, Ripley desbloqueia o modo “mãe adotiva interplanetária armada até a bota.” E quando ela entra no exoesqueleto e manda essa: “Get away from her, you bitch!”

TOP#2 Sarah Connor

 Franquia: Terminator 2: Judgment Day

Sarah Connor não teve exatamente um desenvolvimento de personagem, foi logo uma mutação nuclear! Entenda… No primeiro filme ela era uma mulher comum fugindo de um robô assassino. No segundo ela surge parecendo uma vocalista de banda de rock industrial alemã que também sabe desmontar rifles em 12 segundos kkkkkkk. E tudo nela transmite paranoia; trauma; preparo militar e privação severa de sono! Mas o que é incrível mesmo é que ela tava certa o tempo inteiro. Ela literalmente pirou tentando salvar o futuro do filho. E, no final, salvou o mundo!!

INCRÍVEL! Mas, continuemos finalmente para o topo da cadeia!

TOP#1 Beatrix Kiddo

 Franquia: Kill Bill: Volume 1 e Kill Bill: Volume 2

Uma mulher que acorda do coma e decide resolver seus problemas da maneira mais saudável possível kkkkk, ou seja, eliminando um exército inteiro. Será que John Whick bebeu dessa fonte?

Mas Kill Bill não só vingança, tudo que Beatrix faz é movido pela perda da filha e pela descoberta de que ela ainda está viva.

Daí pra frente o filme vira um poema violento sobre amor materno, culpa e redenção. Dirigido como se o Quentin Tarantino tivesse escolhido mal o cogumelo, ouvindo surf rock. Beatrix Kiddo atravessa tiros; espadas; caixões; a yakuza; desertos; crises existenciais, para enfim, abraçar a filha no final. Isso é cinema. Cinema com katanas.

Toda mãe já enfrentou alguma forma de apocalipse. Algumas enfrentam boletos, outras a adolescência. As do cinema enfrentam aliens biomecânicos e máquinas do futuro, mas a essência é a mesma, proteger quem você ama mesmo quando o mundo inteiro parece desabar. E, francamente!? Nenhum vilão do cinema é mais perigoso do que uma mãe badass defendendo seus filhotes. FELIZ DIA DAS MÃES


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Fonte: Stone Hit