A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) determinou a apreensão e a suspensão da fabricação, comercialização, distribuição, propaganda e uso do suplemento alimentar líquido Rejuvita 30 ml.
Segundo a agência, o produto apresentava alegações não permitidas para suplementos alimentares, incluindo promessas de efeito "anti-idade", "renovação profunda da pele" e a definição de "dermocosmético oral". Para a Anvisa, esse tipo de divulgação pode induzir o consumidor ao erro.
A fiscalização também identificou informações consideradas enganosas, como a afirmação de que o produto seria "100% regularizado e aprovado pela Anvisa", além de inconsistências relacionadas à identificação do fabricante.
Além do Rejuvita, a Anvisa determinou o recolhimento de todos os suplementos produzidos pela empresa Mayben Pharmaceutical Ltda. Entre os produtos afetados estão os suplementos Lactben, Lactulose Nativida, Calcioben D, Calcioben e Aqualev.
Durante inspeção sanitária, foram encontradas diversas irregularidades nas instalações da empresa, incluindo falhas nas boas práticas de fabricação, problemas de higiene, equipamentos danificados, uso de matérias-primas vencidas e ausência de controles adequados de qualidade.
A agência orienta que consumidores interrompam o uso dos produtos interditados e acompanhem as orientações divulgadas pelos órgãos de vigilância sanitária.