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Operação

Polícia desmantela quadrilha especializada em roubos a residências no Noroeste

Segundo a PM, a organização criminosa atuava de maneira violenta e era composta por cinco pessoas, sendo que uma delas agia de dentro da cadeia

Postado em 09/11/2018 às 15:06 |

Quadrilha agia armada. (Foto: Divulgação/ Polícia Militar)

(Foto: Divulgação/ Polícia Militar)

(Foto: Divulgação/ Polícia Militar)

Uma mulher e quatro homens faziam parte do grupo. (Foto: Divulgação/ Polícia Militar)

Cigarros contrabandeados foram localizados com o grupo. (Foto: Divulgação/ Polícia Militar)

Veículo apreendido (Foto: Divulgação/ Polícia Militar)

(Foto: Divulgação/ Polícia Militar)

Terminou nesta quinta-feira (8) uma Operação Conjunta da Polícia Militar e do Ministério Público (MP-PR) que desmantelou uma organização criminosa, composta por cinco pessoas, responsáveis por diversos roubos, principalmente a residências na região noroeste do estado. A investigação durou seis meses e iniciou depois de uma denúncia feita pelo Ministério Público de Nova Esperança, que contou com o apoio da Agência de Inteligência do 8º Batalhão de Polícia Militar (Paranavaí) para prender a quadrilha.

As investigações da Operação Cleptos, como foi denominada, apontou que a quadrilha era composta por quatro homens e uma mulher, que foram presos ao longo dos seis meses de investigação, nas cidades de Nova Esperança, Maringá, Cianorte e em Graciosa, distrito de Paranavaí. Um dos membros do grupo já estava preso e auxiliava os demais de dentro da prisão.

A Polícia também concluiu que os suspeitos se associaram de forma estável, permanente e armada, para cometer diversos crimes. Os principais alvos das ações deste grupo eram residências, a maioria do município de Floraí. Os criminosos agiam com violência, invadiam casas sempre armados, rendiam moradores e cometiam os roubos, principalmente veículos e, preferencialmente, caminhonetes. O grupo ainda praticava assaltos a estabelecimentos comerciais e costumava deixar as vítimas presas por algumas horas.

Com os suspeitos foram localizadas armas, objetos, veículos de origem ilícita e cigarro contrabandeado. Durante as prisões, a Polícia Militar precisou de um grande efetivo policial e detalhado planejamento, sendo a operação marcada por resistência, desobediência, acompanhamento tático e confronto armado. Durante as investigações, foram ouvidas pelo Ministério Público aproximadamente 30 pessoas (testemunhas e suspeitos). Todos os integrantes foram presos e estão à disposição da justiça.

Os criminosos vão responder pelos crimes de associação criminosa armada, roubo majorado, receptação, roubo majorado tentado, desobediência, porte ilegal de arma de fogo, disparo de arma de fogo, falsa comunicação de crime, tentativa de homicídio e favorecimento pessoal.

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