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Fisioterapia

Pessoas positivas enfrentam melhor tratamentos para dor, mostram estudos

O fisioterapeuta Denis Graciotto descreve que a religiosidade e a espiritualidade têm se mostrado importante nos tratamentos, inclusive de dor crônica.

Postado em 24/07/2020 às 13:30 |

Denis atende na Vitalitê Clínicas, rua Salgado Filho, 1250, jardim Santa Eugênia, em Paranavaí.

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Ser um profissional que acolhe as dores dos outros é empolgante e desafiador, mas saber a causa e os melhores tratamentos muitas vezes não é o suficiente, pois sabemos que corpo e a alma não se separam. Por isso, os pacientes devem ser observados como um todo, incluindo aspectos físico, emocional, social e espiritual.

Recentes estudos relacionam espiritualidade e saúde em pessoas com diversas condições crônicas. Dentre as formas de enfrentamento da dor, a religiosidade e a espiritualidade têm se mostrado importantes nos doentes e estão relacionadas à redução do estresse envolvido.


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Diferentes ideias e pensamentos permeiam as mentes das pessoas que sofrem com dor aguda ou crônica. É indiscutível que essas ideias influenciam diretamente na mente humana, as expectativas de cura, o agravamento dos sintomas, a frequência de ansiedade e depressão, interferindo no processo doloroso.

A associação internacional para o estudo da dor conceitua dor como uma experiência sensitiva e emocional desagradável, única, particular e intransferível, descrita em termos de lesão tecidual real ou potencial. Já a espiritualidade é vista como uma relação entre forças superiores e as capacidades humanas, para além das religiões e de seus específicos credos.

Essa variável vem demonstrando que visões positivas e de esperança têm impacto significativo em melhorar sintomas dolorosos. Do mesmo modo que ideias negativas e deterministas agravam esses sintomas.

Como a espiritualidade pode ajudar?

Estudos indicam que pessoas espiritualizadas podem apresentar redução da queixa de dor, da concentração de hormônio adenocorticotróco (ACTH) e cortisol séricos, diminuição da pressão arterial sistólica, frequência cardíaca e respiratória. Essas pessoas enfrentam melhor a dor, principalmente a crônica, devido às alterações fisiológicas e neurais decorrentes das crenças individuais de cada um.

Os estudos dessa área estão em constante evolução, temos muito ainda a descobrir, mas já podemos começar a acreditar, pois para ter sucesso no tratamento não depende somente do profissional, mas também do paciente. Por isso, nunca deixem de acreditar, pois se e fosse um prescrição estaria da seguinte forma:

  • Acreditar
  • Posologia: 3x ao dia


Referências: 

Rev. dor vol.18 no.2 São Paulo Apr./June 2017

Rev. psiquiatr. clín. vol.34  suppl.1 São Paulo  2007

O Mundo da Saúde, São Paulo: 2010;34(4):483-487


Conheça o colunista

O fisioterapeuta, Denis Graciotto (Crefito/8-63999-F), é especialista em fisioterapia ortopédica, traumatológica e desportiva. Tem formação em neuromodulacão não invasiva, equilíbrio neuro muscular (França), podoposturologia (França), osteopatia (Madri), Dry-Needling (Estados Unidos), terapia por ondas de choque e ozonioterapia. Também é pós-graduando em terapia ortomolecular.

Acompanhe o especialista pelo Facebook e Instagram: @drdenisgraciotto ou acesse o site drdenisgraciotto.com.br

Serviço

Denis atende na Vitalitê Clínicas, rua Salgado Filho, 1250, jardim Santa Eugênia, em Paranavaí.

Telefone: (44) 3062-2993

WhatsApp: (44) 99965-6789


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